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Tags: ShoZu Clique na foto para visualizar em tamanho grande. Postado em: Sem categoria | 1 Comentário » Pessoal, acabei de fazer um BIKE FIT virtual para nossa página. Agora, quem tiver dúvidas sobre qual tamanho de quadro comprar, ou sobre a melhor forma de regular a bike para suas medidas basta clicar na primeira opção do nosso menu ou AQUI Valeu. Caliman. Postado em: Sem categoria | 2 Comentários » Fui até lá pela primeira vez em 2005, e no ano seguinte levei a Marina. Desde então só deixamos de ir em um ano, totalizando 5 subidas para mim e 4 para ela. Dessas, a primeira e a segunda foram a noite, a terceira também, mas por causa da chuva, não chegamos ao final. Nos 3 primeiros anos ficamos acampados e nos 2 últimos em pousadas na cidade de Alto Caparaó. A Cidade Alto Caparaó é uma cidade pequena, no estado de Minhas Gerais, possui cerca de 6.000 habitantes e fica a 997 metros de altitude. A população é muito receptiva, e vivem basicamente de turismo, comércio e agricultura. Para todo lado que olhamos avistamos lindas montanhas e encontramos cachoeiras e riachos de águas cristalinas, indico especialmente lugares como a Cachoeira das Andorinhas e o Vale Encantado. É lá que fica o portal mineiro do Parque Estadual do Caparaó.
A diferença de Altitude entre a cidade de Alto Caparaó e a Tronqueira são 1.000 metros, subida que pode ser feita de carro. O Parque tem jipeiros credenciados, que cobram pelo serviço de transporte, levando e trazendo os turistas. Nós sempre usamos esse serviço, mas alguns preferem fazer esse percurso a pé. A estrada é agradável, mas bastante íngreme, então sugiro a quem pretende ir até o pico que economize energia e suba de carro. ![]() O Jipeiro, simpático e prestativo, nos cobrou 100 reais para nos levar de manhã e buscar a tarde. Lotação máxima de 5 passageiros. A Tronqueira tem área de camping com mesas, banheiros e pias, um mirante onde a vista é belíssima, estacionamento e posto de guarda. Além disso ali perto estão a Cachoeira Bonita e o Vale Encantado. É onde a maioria dos capistas montam suas barracas, já que a partir dali só dá para seguir a pé ou nos burrinhos. ![]() A mesma vista no final da tarde. Quando as nuvens dão uma trégua dá para ver um belo vale, e a cidade de Alto Caparaó. O Terreirão O Terreirão é a segunda área de camping do Parque, fica a 3,7 km da Tronqueira, tem banheiros, mesas, latões de lixo, posto de guarda, casas de alvenaria que são alugadas a turistas e a famosa Casa de Pedra, abrigo para o qual muitos correm para tentar fugir do frio. Poucos acampam lá, pois além das dificuldades impostas pela subida, o frio é muito grande. Já peguei 5 graus lá, fora o vento cortante, mas pode ir muito abaixo disso. Quem quiser pagar, é o ponto limite até onde os burrinhos vão. Quem sobe a noite fica encolhido por ali até por volta das 3 da madrugada, para chegar ao topo o mais próximo possível a hora do nascer do sol, já que ficar esperando lá em cima é péssimo negócio. Chegando Lá A Partir do Terreirão são “apenas” 3.2 km de subida por trilhas que fazem qualquer um sofrer e também é a parte onde existe maior risco de se perder. Todo o caminho é marcado por setas amarelas pintadas nas pedras, mas a paisagem é sempre muito parecida e são muitas as trilhas, que às vezes não levam a lugar nenhum. Na minha primeira subida ficamos por mais de uma hora perdidos, e estávamos indo com colegas experientes. Nessa última por algumas vezes entrei pela trilha errada, corrigindo logo depois. Isso me fez crer que poucos podem dizer que realmente conhecem o caminho. Outro problema sério da subida é que em quase todo o percurso passamos por pequenas nascentes, que se por um lado deixam o visual mais belo e não nos deixa sem água, por outro apagam as marcas, tornam o terreno escorregadio e nos expõe ao risco de nos molharmos. Em um clima de temperatura negativa e ventos cortantes podem acreditar, um tênis ou uma bunda molhada podem ser a diferença entre conseguir ou não chegar lá. Por todo o percurso temos que conviver também com o choque de temperatura. Quando subimos a noite, nos vestimos com várias calças, camisas e casacos para resistir ao frio. A questão é que a medida que caminhamos e subimos o corpo aquece e transpiramos, chegando inclusive a sentir calor. Aí paramos para descansar e o suor que nosso corpo gerou para nos refrigerar acaba que quase nos congela, especialmente quando sopra o vento gelado daquelas altitudes. O paredão de pedra antes de chegarmos ao Pico, propriamente dito, é a parte mais difícil da subida, por ser muito íngreme, ter muitas pedras soltas, vento forte e lugares onde é preciso praticamente escalar. É olhar para ele e pensar “tão perto e tão longe”. ![]() A trilha é toda de subida entre pedras, de fazer muita gente pensar em desistir, mesmo que a poucos metros do objetivo.
Chegar lá em cima é fantástico, mesmo para quem já foi várias vezes. O mar de nuvens, o sol, a vista… e aquela sensação de “eu consegui”. Da primeira vez em que fui lá mal acreditei, e ainda tive a oportunidade de ver aquele sol lindo nascer, mesmo que ele mal nos esquentasse, mesmo que estivesse tremendo de frio, ver aquilo recarregou minhas baterias. Infelizmente não dá para ficar muito tempo, o mínimo que já peguei lá foi 0 graus mas pode ser muito menos, e o vento gelado soprando a toda na altitude de 2890 metros. Então é tirar todas as fotos possíveis, comer alguma coisa e vazar dali. ![]() Poucos minutos, e poucos metros antes, eu estava apenas de camiseta. Depois, com duas blusas de moleton forradas, gorro e luva, tremia de frio, tentando fazer pose para as fotos. E o relógio marcava 14 horas.
![]() O vento estava machucando e todo mundo só queria saber de procurar um cantinho entre as pedras para se esconder. A Descida Para quem diz que para descer todo santo ajuda nunca foi ao Pico da Bandeira. A descida é muito sofrida, pois cada passo precisa ser medido pois é muito fácil cair. Os joelhos e as pontas dos pés sofrem com o impacto e o cansaço sobra seu preço. Saímos da Tronqueira por volta das 8 da manhã e chegamos de volta as 17 horas em ponto. Fomos e voltamos em um ritmo regular, e ainda assim foram aproximadamente 9 horas de percurso total. ![]() Na volta, quase chegando na Tronqueira, com joelhos e pés doendo e muita pedra ainda para pisar, eis que o céu nos dá um presente. Lindo pôr do sol. Os Perigos É sem sombra de dúvidas uma aventura que recomendo a todos, mas que tem os seus perigos. Há casos de pessoas que se perderam lá e morreram de hipotermia, e também casos de gente que despencou e morreu ou se machucou feio e teve que ser resgatado de helicóptero. Na subida esse ano encontramos uma menininha de 9 anos, que chegou quase lá, e uma senhorinha de 59 anos que saiu conosco e chegou lá antes, tomou até um tombo no caminho, mas não se abalou. Um burrinho teve que buscar um burrão que bebeu demais e machucou o tornozelo no primeiro buraco que achou depois do Terreirão. Teve um senhor que teve um ataque cardíaco lá em cima, e os brigadistas o buscara de maca. Mas também tem muita, muita gente, que sobe, que sofre, que adora, que fica maravilhado e que volta sempre, como nós. Que curte o visual e a aventura e que morre de saudades daquele lugar. ![]() Essa senhora saiu da Tronqueira conosco, chegou lá antes, e na descida ainda tirou onda com as meninas que nos acompanhavam, quase morriam tentando chegar lá. ![]() Essa gatinha mineira aí nos acompanhou com a mãe e o pai. Ela não queria ir até o topo, o pai a convenceu, mas ela chegou numa boa.
Para quem quiser subir o Pico da Bandeira primeiramente precisa estar saudável, e se for sedentário, recomendo alguns meses antes começar a fazer exercícios regularmente, ao menos caminhadas. Conversar com quem já foi também é importante. Levar muitos agasalhos, duas lanternas e pilhas reservas, especialmente se for a noite, mas mesmo se for durante o dia. Nunca deixem de levar comida, é uma caminhada que consome muita energia e seu corpo precisa estar abastecido. Vá sóbrio, esteja sempre muito atento e de preferencia suba sempre com alguém mais experiente. O calçado deve ser leve, confortável, ter boa aderência e amortecimento. Se comprar um tênis novo para a subida, comece a usá-lo algumas semanas antes, e não compre nada muito caro, porque ele vai voltar bastante surrado. As condições são bastante rigorosas. E aí vocês me dizem “poxa, você falou tanto nas dificuldades que me desanimou…”, é que fica difícil descrever o tanto que vale a pena ir lá. O que eu posso fazer é mostrar algumas fotos, e dizer que não consigo enjoar do visual daquele lugar. :) Postado em: Sem categoria | 6 Comentários » Pessoal, enquanto o Hery vai preparando as fotos “oficiais” da equipe, vou usar esse post para ir adicionando as fotos que o restante da galera tirou: Postado em: Sem categoria | Sem comentários » Pessoal, como já imaginávamos, o Ecotrilhas foi fantástico. Nossa equipe compareceu em peso e posts com mais detalhes e fotos estão por vir. Estou postando os dados do GPS. A quilometragem do primeiro dia ficou por volta dos 76 km e do segundo por volta dos 40 km. A distancia no mapa ficou um pouco diferente, ou porque demorou um pouco para o GPS sincronizar os satélites ou porque o orelhudo aqui esqueceu de dar o Start, mas as informações mais importantes estão aí, que são os mapas e os dados de ascensão e altitude. No primeiro dia, por exemplo, o cumulativo de ascensão foi de 1200 metros, e no segundo, se subimos menos, fomos mais alto. Como podem ver pelo gráfico abaixo do mapa, fomos a 800 metros de altitude. DIA 1 DIA 2 Postado em: Sem categoria | Sem comentários » O pedal desse domingo, 25/04/2010 foi bastante puxado, com ritmo forte em boa parte do percurso e uma baita subida na metade dele. O rumo foi Itapina e só para efeito de comparação, para quem conhece o caminho, o segundo maior pico no gráfico abaixo do mapa é aquela serra antes de chegar até o vilarejo, de onde podemos ver o IFES (Escola Agrotecnica) do outro lado do rio. Postado em: Sem categoria | 2 Comentários » Empolgados pelo Ecotrilhas, evento do qual a equipe participará em primeiro de maio, cerca de 20 ciclistas participaram do pedal deste domingo. Foi um passeio curto, cerca de 40 km, para curtir o visual e o bate-papo com a galera. Eis o percurso que fizemos: Postado em: Sem categoria | Sem comentários »
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